Quem disse que não podemos utilizar os clichês?
Fora da linguagem também há alguns casos de clichês , pois a teoria da comunicação diz que quando comunicamos de forma comum, desgastada estamos criando um clichê. Pessoas famosas, nomes de programas televisivos, nomes de peças de teatro ou de livros podem tornar-se clichês. Exemplo: Silvio Santos, e seu programa Show do Milhão, ambos são clichês.O título da peça Trair e coçar é só começar transformou-se em clichê também.
Os clichês são muito utilizados na publicidade, pois facilitam a memorização da mensagem. Quando lemos, ouvimos ou vemos um clichê a assimilação do significado da mensagem é mais rápida, pois há um antecedente mental que facilita essa memorização.
Na publicidade podemos aproveitar os clichês de duas formas:
1 – Usando o clichê original sem modificá-lo
Quem quer dinheiro? O banco X empresta sem avalista.
2- Modificando o clichê, ou seja alterando seu sentido. É importante salientar que se durante a leitura do texto não lembrarmos do clichê original, a mudança deve ter sido muito radical e portanto não houve o real aproveitamento do clichê.
Topa tudo por limpeza ( limpador da Bom Bril) – referência ao nome do programa: Topa tudo por dinheiro
O pior cego é o que não quer Veja - referência ao dito popular: O pior cego é o que não quer ver.
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